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Informação é a saída para combater as fake news sobre Coronavírus

O número de casos confirmados e de mortes causadas pelo Coronavírus, que provoca a Covid-19, não para de crescer em todo o mundo. As medidas preventivas necessárias para evitar o avanço da doença, como o isolamento social e lavar as mãos com água e sabão, estão sendo tomadas em toda a parte, incluindo o Brasil. No entanto, notícias falsas, as chamadas fake news, como são conhecidas, têm tomado espaço nos aplicativos de mensagens e nas redes sociais.

“Desde o surgimento do Coronavírus, as notícias têm assustado a população. Muitas informações são divulgadas a todo momento, mas é importante saber que nem tudo é verdade. Procurar a fonte é indispensável”, chama a atenção o advogado e diretor da Faculdade Pitágoras de Guanambi, Rodrigo Portela. Para ajudar no esclarecimento sobre a doença, ressalta, o Ministério da Saúde criou uma página dizendo o que é verdade e o que não é.

O advogado explica, ainda, que há diversas formas de saber se uma notícia é verdadeira. “É preciso verificar em sites de referência e de conhecimento de todos, como veículos de comunicação confiáveis, sites internacionais e, principalmente, órgãos públicos, sem esquecer de pesquisar diretamente na fonte da notícia. No caso do Coronavírus, o recomendado é checar as informações que chegarem sem fonte, pelas redes sociais, por exemplo, no site do Ministério da Saúde. Lembrando que informações que não são verdadeiras, não devem ser levadas em consideração e nem repassadas”, pontua.

Rodrigo Portela alerta que, em algumas situações, divulgar notícias falsas pode ser crime. “Alarmar sobre desastre ou perigo inexistente e praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto é considerado contravenção penal e pode gerar prisão ou multa. O importante é sempre se informar para garantir que estamos seguindo os procedimentos corretos e colaborarmos para o controle da pandemia”.

A Tarde

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